As gorjetas em transações de criptomoedas permitem que usuários priorizem certas possibilidades, e é claro, àquelas que incluírem maiores gorjetas. Isso vale ainda mais quando a rede está lotada, ou seja, com muitas transações aguardando confirmação.

Não se trata de um suborno, porque no final todas as transações serão processadas, só que umas mais rápidas que outras. Pense como um incremento de qualidade no serviço, não muito diferente dos habituais 10% em restaurantes.

Mas o valor não chega a ser caro, as taxas são bem baratas, envolvendo alguns satoshis por bytes. Um site que acompanha essa variação, avalia que atualmente o custo médio para que uma transação seja incluída já no próximo bloco é de U$ 0.29.

Em 2013, um usuário, anônimo como todos na rede, deu sem querer 200 bitcoins em gorjeta. Naquele ano o preço médio do Bitcoin orbitava em torno de U$ 300 dólares. Resumindo: alguém transferiu sem querer 60.000 dólares.

O usuário postou nas redes explicando o equívoco e implorando reembolso. O CEO da ASICminer, companhia que minerou o bloco onde estava a transação, atendeu o pedido e declarou que quando viu aquilo, a primeira coisa que lhe passou pela cabeça foi devolver.

Manter as gorjetas baixas é algo importante, afinal o objetivo central das moedas digitais são criar um sistema barato de transações, portanto isso também deve se aplicar ao rendimento extra dos mineradores.

Fatos sobre Bitcoins

Essa é a uma matéria que compõe uma série que chamamos de “Fatos sobre Bitcoin”. A proposta é compartilhar aqui curiosidades e fatos interessantes sobre a mais famosa criptomoeda do mundo.

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