A equipe de comunicação da G44 traz para você, após uma vasta apuração, um resumo de ideias que permite projetar como será 2019 para as criptomoedas.

No seu curso, o ano de 2018 modificou o ambiente das criptomoedas. Mas da perspectiva dos fundamentos de longo prazo as coisas não mudaram tanto. Afinal, o Bitcoin se mostrou bem resiliente, e certamente ficou mais resistente depois de tantos desafios enfrentados desde a queda abrupta de 2017.

O ano corrente com certeza vai consolidar o Bitcoin como um instituição. No passado era um mercado muito seleto, obscuro e composto por poucas pessoas. A fase atual, diferentemente, já possui certa regulamentação, uma supervisão confiável, investimentos na modalidade de opções futuras.

No nosso entendimento a expressão “institucionalizar”, que é muito utilizada, quer dizer que investidores grandes, muito dinheiro mesmo, começarão a participar das criptomoedas.

Só que para isso acontecer é preciso que grandes intermediadores entrem, oferecendo assim garantias. Por exemplo, é inimaginável que um fundo de pensão gaste 20 milhões de reais comprando Ethereum por uma exchange como a FoxBit ou pela Bitcointrade. Simplesmente porque a quantidade de dinheiro é muito grande, faltaria logística para operacionalizar uma transação desse volume, e olha que essas duas exchanges são as maiores em operação no Brasil.

A solução para isso parece no horizonte de 2019 com a entrada da NASDAQ nas criptomoedas. O lançamento ainda não é oficial, mas fontes internas afirmam que a gigantesca bolsa de tecnologias quer negociar Bitcoins.

Segundo o princípio de “menor risco, melhor recompensa“, entre as criptomoedas as mais prováveis de serem escolhidas pelos investidores milionários são Ripple, Bitcoin, Ethereum e Stellar Lumens.

FIM DO RISCO DA BITCOIN CASH

Para 2019, o risco do “fork” (desmembramento da rede) da Bitcoin, o Bitcoin Cash, parece não mais assustar. Se no ano passado a Bitcoin Cash representava 20% do network total, agora está em cerca de 7%.

MOEDAS ESTÁVEIS

O debate que acalorou 2018 sobre as moedas lastreadas em dinheiro fiat continuará em 2019. Esse é um tema sensível porque vai de encontro ao princípio fundamental proposto por Satoshi. A razão é que esse tipo de moeda, como a Tether, projetada para sempre valer 1 dólar, possui um controle centralizado.

PAÍSES EM CRISE

Em 2019 as criptomoedas continuarão sendo uma possibilidade para países “sem moeda”. No ano passado ocorreu que pessoas em alguns países africanos, Venezuela e Argentina puderam utilizar as criptomoedas como forma de se preservarem diante de crises de estabilidade em suas moedas nacionais.

Evidentemente que as criptomoedas não são a solução para países sob intensa inflação. Entretanto, a visão do Bitcoin como um “ativo digital especulativo” foi ultrapassada, no ponto em que estamos podemos dizer sim que ela é “ouro digital”.

 

 

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