Bitcoin tem conquistado um grande parte das pessoas. Os números são de encher os olhos, mas comprar bitcovin e outras criptomoedas não é para qualquer um. Uma das razões vé a forte oscilação que a moeda sofre. Quedas e altas diárias na casa dos dois dígitos não são raras. Essa volatilidade — em especial para baixo — pode ser um teste para quem tem aversão a perder dinheiro, mesmo que no curto prazo. Confira este post da G44.

Para a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, as moedas virtuais, que são criadas e trocadas sem o envolvimento de bancos ou governos, podem, com o tempo, ser adotadas por países com câmbio instável ou instituições domésticas fracas.

“Por ora, é pouco provável que as moedas digitais substituam as moedas tradicionais, uma vez que são muito voláteis, arriscadas e porque as tecnologias subjacentes ainda não são mensuráveis”, disse a diretora-gerente. “Mas com o tempo, as inovações tecnológicas podem resolver alguns dos problemas que têm reduzido o apelo das moedas digitais”, disse.

Sobre a regulamentação da moeda no Brasil, o deputado federal Áureo (SD-RJ) afirmou nesta quarta-feira, 13 de setembro, durante audiência pública da Comissão Especial sobre Moedas Virtuais na Câmara dos Deputados, que “devemos copiar o modelo de regulamentação do Japão, que tem sido considerado positivo por todos os debatedores que passaram” pelas audiências.

Sobre o Bitcoin

Bitcoin foi criado por um grupo de programadores em 2008. A proposta era uma moeda de troca on-line que não sofresse com o “double spending” (gastar o mesmo dinheiro mais de uma vez) e garantisse anonimato e segurança nas transações. As altcoins, como o ethereum, vieram depois. Hoje, as criptomoedas são usadas como investimento, mas ainda servem para compra e venda no mercado paralelo. Por isso, enfrentam oposição de bancos e autoridades.

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