Surge uma emergência. O dinheiro não cobriu as contas do mês. Vai fazer uma reforma. Ficou endividado. Comprar um carro novo. Quitar o apartamento. O que fazer em uma destas situações?  Para muitos brasileiros, a resposta pronta é: um empréstimo ou financiamento.

As ofertas são múltiplas, mas será se esse é o melhor caminho? Quais os cuidados precisam ser tomados para não cair em uma cilada ao contratar esses serviços?

O desespero ou ansiedade para resolver uma questão emergencial ou a falta de conhecimento do mundo financeiro podem fazer muitas pessoas tomarem atitudes precipitadas, sem sequer avaliar os prós, contras ou riscos de contratar empréstimo e financiamento.

Porém, é preciso ter cautela, pois um passo dado em falso pode provocar muita dor de cabeça. Então, a recomendação é conhecer as particularidades das ofertas dos serviços de crédito para fazer com que a melhor decisão seja tomada no momento em que precisar contratá-los.

Os empréstimos e financiamentos são acordos contratuais entre o consumidor e uma instituição financeira, onde o solicitante recebe um valor e se compromete a devolver a mesma quantia somada com os juros previamente combinados entre as partes. E é neste momento que a modalidade precisa ser avaliada.

É fundamental que todas as condições sejam cuidadosamente pesadas e entendidas para que o consumidor não seja lesado.

Saber quais são as taxas cobradas pela instituição podem evitar transtornos. Neste caso, vale avaliar se a tarifa cobrada é abusiva ou, até mesmo, ilegal, como é o caso das taxas de depósito antecipado. E, faça as contas. Certifique-se de que você, de fato, está disposto a pagar pelos juros cobrados.

Além disso, apenas forneça dados bancários ou número de documentos, para instituições financeiras certificadas pelo Banco Central. Se o solicitante for aposentado, também é necessário conferir se a empresa é conveniada ao INSS.

Em caso de financiamento, contratar um seguro pode ser uma boa pedida e os valores das parcelas não podem ser maiores do que 30% da renda do consumidor.

Independente da modalidade escolhida, é imprescindível que as parcelas sejam pagas em dia para evitar juros sob juros, negativação junto ao SPC e SERASA ou perda do bem em questão.

 

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